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[Coculto Azul 2016] Para a Comunidade: Momento Fugaz
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olhoazuladmin wrote in oafanfics
Título: Momento Fugaz
Autor(a): Anita
Fandom: Fullmetal Alchemist
Classificação: 10 anos
Palavras: 2600
Personagens/Casais: Riza Hawkeye / Roy Mustang
Gêneros: het, romance
Resumo: Riza acompanha Roy, tentando convencê-lo a não participar da festa da cidade onde os dois se viram obrigados a passar noite. Mas era ele quem a estava convencendo a ficar e aproveitar o anonimato.
Avisos: não há.
Disclaimer: Fullmetal Alchemist não me pertence e eu não lucro nada com isto
Notas: História escrita para o Coculto Azul 2016, um amigo oculto de fanfics promovido pela comunidade OA Fanfics.
A história se passa após o final da série, mas não há spoilers.


Notas Iniciais:
Eu realmente não sei direito o que aconteceu com as patentes deles ao final do mangá, por isso mantive ao máximo o que podia lembrar/descobrir. Aliás, patentes não são comigo... Sei que o Roy é em algum momento promovido mais alto, só que decidi que ele ainda está no meio do caminho. Não tenho certeza de nada, então, novamente, tenham paciência comigo. Estou indo bastante no feeling naquilo que a releitura do mangá não me esclareceu, rs.


Momento Fugaz


  Não era para estarem lá. A missão era apenas encontrar o tal todo poderoso daquela pequena cidade e voltar. Só que o todo poderoso se sentia mais poderoso do que deveria e os fizera ficar a noite, pois só iria poder recebê-los pela manhã. Riza sabia que o mais adequado teria sido continuar com a viagem para não atrasar seus trabalhos. Desde quando deveriam atender aos caprichos de um civil só porque ele tinha algum dinheiro e alguma influência? Por ela, fariam outra estratégia em vez de se sujeitar àquela pessoa. Aliás, desde quando o exército precisava de autorização de civis?

  Não fosse o convite das mulheres no escritório daquele homem detestável, ela tinha certeza de que Mustang teria seguido direto para o próximo destino e até dado um jeito de acabar com o pequeno reinado do pilantra. Havia limites para "fazer boa política com os locais e ganhar seu apoio". Limites extensíveis em proporção inversa ao comprimento das saias desses locais, pelo que Riza pôde apreender.

  — É só uma mordida, não uma mensagem codificada, Primeiro-tenente. — O Coronel... não, o General de Brigada a encarava como se lhe houvesse ordenado que realmente comesse a garfada que ele lhe oferecia.

  — Não devia ingerir alimentos gordurosos quando temos uma reunião importante logo pela manhã.

  Ele recolheu a comida e a engoliu sem mastigar. Nada menos que uma criança teimosa, Riza já devia ter imaginado. Antes tivesse aceitado. O cheiro não estava ruim e as refeições de onde se hospedaram combinadas ao descontentamento de perderem uma noite ali não a satisfizeram. Sabia que agora Mustang iria querer mais um prato do que fosse aquilo.

  Riza olhou ao redor da pequena mesa que dividiam. Haviam chegado no meio de uma festa local, e toda a pequena cidade estava em polvorosa. Eles nem sequer possuíam autorização para ficar a noite no lugar e, se fossem vistos se divertindo ali, faria parecer que pernoitaram apenas para estar na festa.

  — O senhor deveria voltar logo para seu quarto.

  — E a Primeiro-tenente deveria evitar uma anemia. O caminho pra cá foi uma tortura; aproveite nossa sorte! — Mustang esticou os braços para mostrar a festa como se fosse um rei e aqueles, seus súditos.

  Nenhuma das mulheres que passavam pela mesa lhe negaria o título, a julgar pelos olhares oferecidos.

  — Sim, é um povo bem hospitaleiro — ela disse virando os olhos. Era verdade que não havia sido maltratada, à exceção da pessoa que prometera recebê-los e não o fizera.

  — Vamos, Primeiro-tenente. Segundo nossa programação, estaríamos em um hotel em Sayward, lar do tédio. Não é muito mais aconchegante por aqui?

  E ela não havia conseguido mais que cancelar as reservas antes de as linhas de toda a cidade ficarem mudas — alguma pane relacionada à demanda causa pela festa. Por sorte, a reunião em Sayward iria acontecer pela tarde, quando ela já esperava estarem na cidade. Não havia prejuízos ainda, contanto que não descobrissem aquela pequena saída. E quem ligaria, se não era para estarem fazendo nada oficial àquela hora?

  — Aqui!

  Riza virou para o General de Brigada e viu outro garfo com mais uma porção de comida local não identificada.

  — Este você vai adorar, experimente! — Mustang insistiu confiante.

  Com um suspiro resignado e um apelo de seu estômago quase vazio, Riza tentou pegar o garfo com a mão. Mas era tarde demais, ele se afastou. Ela olhou confusa para Mustang. Sem nada dizer, ele novamente aproximou a comida de sua boca.

  Agora ela que era uma criança que devia ser alimentada na boca? Afastando a irritação com o tratamento, Riza resolveu que não valia o gasto de energia discutindo e separou os lábios para aceitar a comida.

  Hm?

  O maldito tinha razão, aquilo era maravilhoso!

  Ela não acabara de dar um gemido de prazer no meio daquelas pessoas todas, né? Com o rosto queimando, Riza olhou de volta a Mustang e se deu conta de mais um problema: aquela pose dos dois. Ela com a boca próxima a um garfo agora vazio segurado por ele...

  Mustang mesmo talvez tivesse notado seu incômodo, pois baixou o garfo e olhou a comida. Então, empurrou o prato para mais perto do lado de Riza na mesa. Ainda estava basicamente cheio, ele não devia ter mais que experimentado um pouco antes de lhe oferecer.

  — Coma logo, Primeiro-tenente — disse, levantando a mão para o jovem que lhes servia. — Traga talher para mais um e outro deste. — Apontou a comida.

  — Claro! — ele disse, depositando imediatamente um garfo e uma faca e retornando ao interior da barraca com o novo pedido.

  — Obrigada, senhor... — Riza aceitou os talheres e começou a comer. Ela parou tão logo levou a comida à boca, quando percebeu que Mustang fazia o mesmo. — Senhor?

  — É uma maravilha da culinária. Não concorda, Primeiro-tenente? — ele comentava com a boca cheia e juntando mais pouco com seu garfo.

  Riza sorriu, sabendo que já devia ter imaginado aquela cena.

  — Com certeza. Está delicioso, senhor — disse assentindo.

*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

  Embora ela o houvesse aconselhado a não pedir ainda outro prato, animado com a companhia, Mustang não parou até estar visivelmente inchado de tanto comer. A cada novo pedido, ele repetia o ritual de empurrá-lo até Riza tão logo experimentasse a qualidade da comida, então insistia que a dividisse com ele.

  — Isso que é vida, Primeiro-tenente! — Ele massageava a barriga já estofada por baixo da camisa. — Tem certeza de que não quer aquela torta que vimos? Ela parecia excelente. Poderíamos dividir também, se estiver de dieta ou algo assim. — Ele levantou as sobrancelhas algumas vezes. Mas aquele truque era juvenil demais para funcionar.

  — Senhor, não deveríamos nem estar aqui nesta cidade. Já é hora de retornarmos aos nossos quartos e descansarmos para a reunião de amanhã cedo.

  — Os dias têm sido ocupados.

  — Sempre foram, senhor.

  — Fazia tempo que não nos divertíamos assim, né? Não tem muito que fazer por Ishval. — Ele parou em frente a uma barraca de jogo e observou uma criança lançar a bola longe do alvo.

  Riza aproximou-se de suas costas para ver melhor o segundo lançamento do menino e concordou com a cabeça.

  — Aos poucos, a região está se recuperando. Não seria uma ideia ruim incentivarmos um festival como este.

  — Que bom que concorda. — Mustang virou-se para ela repentinamente, obrigando-a dar um passo para trás para conseguir olhar além de seu pescoço. — Também precisamos de umas comidas diferentes da ração do exército pra te alimentar. Não é à toa que vem pulando refeições, Primeiro-tenente.

  Era claro que ele soubesse sua rotina àquele ponto, mas Riza ainda se surpreendia com aquele homem.

  — Não creio que possamos passear clandestinamente por um festival lá e não sermos percebidos, senhor. Devo também lembrar-lhe de que a imagem do exército já está deteriorada demais entre os locais.

  — Que tal se você fosse jurada de um concurso de culinária, então? — Ele mostrou os dentes com um sorriso travesso.

  Riza balançou a cabeça.

  — Chega de enrolar, senhor. Hora de irmos para a pensão.

  — Quanta pressa, Primeiro-tenente. Meu quarto ou o seu?

  Ela não tentou responder. Com os lábios pressionados, devolveu-lhe um olhar firme.

  — Estou indo, estou indo. — Mas ele ainda não se mexeu. — Primeiro, deixe-me ver sua mão.

  Sabia que não adiantava argumentar contra aquele tom, por isso Riza não perdeu tempo e lhe entregou a mão esquerda.

  — A outra — Mustang disse com um estalar de língua.

  E ela queria economizar tempo... Mais relutante, Riza ergueu a mão pedida, deixando-a a uma distância dele. Ignorando o gesto, Mustang não fez cerimônias e a puxou gentilmente para mais perto. Foi num piscar de olhos que surgiu uma frágil pulseira que brilhava como se fosse de alguma joia preciosa. Ela sabia não o ser; isto não apenas por ser parte de seu trabalho identificar objetos assim, mas por havê-la visto em uma das primeiras barracas por que passaram.

  — Para que isto, senhor? — ela perguntou sem conseguir formular palavras de agradecimento em meio à surpresa.

  — Poderíamos dizer que estou comprando seu silêncio sobre minha presença não autorizada nesta festa.

  Mas não era aquilo, afinal, ela nunca o reportaria a ninguém. Riza o estudou por um momento e depois baixou os olhos à pulseira. Sua mão ainda estava na de Mustang. Era raro vê-lo sem sua luva e mais ainda que suas peles se tocassem em um momento tão casual. Havia tanto tempo para refletir sobre as reações que aquilo causava ao estômago dela.

  — Senhor... — Sua voz saiu estrangulada, mas seu olhar foi insistente que ele liberasse sua mão.

  Ambos se dirigiram de volta à pensão depois disso. Por culpa da caminhada errática pela festa, estavam mais distantes que Riza havia calculado. Tempo demais em silêncio para ela continuar se perguntando sobre aquele presente.

  Por que o aceitara? Como subordinada e superior, eles já enfrentavam desconfianças demais sobre a natureza de seu relacionamento. Não que os outros fossem saber que era um presente dele.

  Levantou o pulso para admirar o brilho diferente das pedras. Devia ser produto de alguma técnica daquela região. Riza tentaria perguntar pela manhã ou teria que pesquisar quando retornassem à base.

  — Foi uma noite muito agradável, Primeiro-tenente.

  Sem perceber, já estavam de pé em frente a seu quarto. Pesar lhe invadiu a mente. Se não tivesse passado tanto tempo tentando controlá-lo, poderia ter dito o mesmo. Ainda assim, a verdade era que também havia se divertido mesmo que apenas em certa medida. E seu estômago estava sem dúvidas muito mais satisfeito.

  — Obrigada por hoje, senhor. — Inconscientemente, ela olhou de novo a pulseira.

  — Não. Eu quem estou agradecendo sua companhia, Primeiro-tenente. — Talvez por haver percebido o movimento de antes, ele tomou-lhe a mão e beijou suas costas.

  — Creio que esteja me confundindo com alguma de suas companhias usuais. — Riza tentou sem sucesso recuperar a mão. O aperto de Mustang remanescia gentil, mas revelava-se tão firme que ela titubeou se realmente lhe pertencia aquela mão na dele.

  Ele fixou seus olhos nos dela sem exibir nem indício de sorriso.

  — Sinto muito — disse ainda sério. — Tinha certeza de que era a Elizabeth.

  Não era sempre que Riza não conseguia aderir imediatamente aos planos de seu superior. O que Mustang planejava desta vez?

  — Tem certeza de que não é ela? — ele insistiu sem fornecer qualquer dica do que estava acontecendo.

  Estariam sendo observados? E por que ela precisava fingir ser outra mulher naquele lugar em que ninguém os conhecia? Nem a única que pessoa que saberia serem do exército os havia visto ainda.

  — Não entendo do que está falando, sen... — deixou o vocativo morrer com sua voz por via das dúvidas. — Roy — disse no lugar o nome que soava ainda mais natural que o primeiro.

  — Diga-me, não é a Elizabeth? Porque eu estava prestes a te beijar achando que era ela. — Ele se aproximou, abrindo um leve sorriso nos lábios. — Seria bem ruim se não for ela. Se me virem beijando outra mulher, como por exemplo, uma subordinada, poderiam fazer uma reclamação e nos afastarem. Mas Elizabeth não teria qualquer problema. Por isso, preciso muito confirmar sua identidade, senhorita.

  — Se você nem sabe me reconhecer, não deveria tentar me beijar. Mas vou deixar passar, já que me deu uma pulseira tão bonita, Roy. — Ela mesma se esticou até os lábios dele e o beijou.

  Era a primeira vez que haviam passado daquele modo a barreira da hierarquia militar, mas nunca algo lhe parecera tão familiar quanto aquele beijo. Seus dedos passaram pela nuca dele, descendo alguns centímetros por dentro da gola da camisa apenas para confirmar o quanto conhecia até mesmo as elevações da coluna de Mustang — Roy. Então, subiu-os até sua cabeça, penteando e bagunçando seus cabelos negros como nunca notara desejar fazê-lo tanto.

  A mão áspera dele empurrava suas costas para junto de seu corpo, massageando o lugar como se conhecesse de memória o contorno de sua cicatriz.

  Ainda estavam abraçados, sua cabeça repousando sobre o ombro dele, quando mais hóspedes chegaram da festa e passaram pelos dois. Riza ouviu o coração de Roy mudar de ritmo e o ouviu rir quando ela soltou o fôlego assim que aquelas pessoas entraram em seus respectivos quartos.

  — Vai ser duro acordar amanhã se agora eu nem quero ir dormir nunca — ele disse em um quase sussurro e beijou-lhe os cabelos.

  Era mesmo, devia ter sido trabalho dela lembrá-lo de todos os compromissos que o esperavam com o raiar do sol. Riza levantou o rosto e o encarou hesitante.

  — Também não quero dormir... — Mas se afastou de seus braços, andando para atrás até estar quase no meio do corredor. — Boa noite, senhor.

  Recordando-se de que estavam já ao lado de seu quarto, ela retirou a chave do bolso e a pôs na fechadura. A mão de Mustang cobriu a dela nesse momento. No seguinte, eram as bocas deles que estavam outra vez juntas. O beijo foi lento, relutante, como se acreditassem que a velocidade com que se mexiam pudesse também diminuir a passagem do tempo.

  — Este não é seu quarto, Elizabeth. — Ele tentou impulsionar o corpo dele para afastá-la da porta. Mas a magia do pseudônimo já estava quebrada.

  Riza encerrou o beijo com um pequeno toque no lábio superior de Mustang e depois calou seu iminente protesto com o indicador.

  — Chega de desculpas e vá dormir, senhor. Ou estará um inútil amanhã — acrescentou fazendo força para não sorrir com a própria piada.

  Ele ainda lhe deu um último toque nos lábios.

  — Apenas um beijo de boa noite... Riza. — E se virou em direção a seu próprio quarto, a portas demais de distância dali.

  FIM!

Anita, 16/11/2016

Notas da Autora:

Estava mais da metade da fic quando notei que talvez tenha interpretado mal a fez pedida no tema que deu origem à história, rs. Ela falava em uma festa local e logo interpretei como uma festa de rua, mas seria tão mais fácil ter feito uma história numa festa fechada em algum salão, né? Que burrice a minha! Hahaha! Mas foi divertido.

Na verdade, devia ter começado dizendo que esta é minha primeira fic de FMA. Nunca tinha tido coragem de fazer nada e mesmo agora que ela tá terminada, tô morrendo de medo das besteiras que eu devo ter feito. Mas a verdade é que sempre achei esse mangá/anime simplesmente perfeito e não sabia direito o que eu poderia tocar nele. Precisei estar em plena crise na minha vida de ficwriter pra largar de bobagem e ao menos tentar.

E como já perceberam, eu adorei! Deu até pra matar um pouco a saudade que sinto de Royai enquanto os imaginava nas cenas aqui.

Enfim, espero que não tenha sido uma experiência ruim de ler. É tãaao complicado começar em fandom diferente, rs.

Caso queiram ler minhas outras fics, que obviamente são de outros fandoms, você encontra quase tudo no meu site Olho Azul http://olhoazul.50webs.com

E até a próxima!

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Eu ainda não acredito que você escreveu mesmo isso. Fico tão agradecida! Não tem ideia!
E antes que eu comece a comentar a estória só quero dizer que eu reli o meu prompt e você não cometeu erro algum, na verdade eu que esqueci de especificar que a festa local se passaria quando eles ainda eram adolescentes, mas eu amei a sua versão! Amei mesmo. Amo demais fic pós-mangá <3
E que coisa gostosa de ler! As conversas, a ambientação, as caracterizqções, tudo foi um deleite para a imaginação.
Sério, teve tudo que eu gosto em Royai, um pouco sobre a carreira deles, Roy sendo bobo, Riza tentando fazer ele fazer o que ele deveria estar fazendo e não conseguindo e minha coisa absolutamente favorita MISS ELIZABETH <3 <3 <3 Eu AMOOOOO quando eles usam a Miss Elizabeth para os joguinhos de sedução bobos dos dois.
E a cena dele dando a comida na boca dela, os beijos!! Foi um prato cheio pra meu coraçãozinho shipper, o único pesar - pelo menso pra você - é que agora eu preciso de mais, muito mais, sério Anita, você precisa escrever mais Royai
MUUUUITO OBRIGADA por escrever essa fic, eu adorei.

Oh! Não esperava outro comentário! Eba! ahaha

que a festa local se passaria quando eles ainda eram adolescentes

Oh! Bem... a coisa do primeiro beijo faz bem mais sentido assim mesmo ahahaha

e minha coisa absolutamente favorita MISS ELIZABETH

Ahahaha Eu também adooooro isso! E foi inevitável o codinome fazer uma aparição aqui, ahaha

Mas nossa que bom que a fic tá aprovada porque esta foi minha primeira de FMA mesmo e este é um ship muuuito lindo, altas chances de alguma coisa dar errado, né?? xD

você precisa escrever mais Royai

Nossa eles foram tão fofos de escrever que eu adoraria, mas cadê a coragem de fazer esse tipo de loucura né? Quando fiz isto eu tava possuída de feels, precisava muito pô-los pra fora xD Culpa dum anime que vi que a interação dos dois super me lembrou Royai... e era yaoi! Não me me pergunte por que eu fiz essa conexão, ahaha Aí não deu, fiquei tempos e tempos pensando em Royai, quando lembrei que você comentou da falta de FMA no coculto. Aproveitei pra dar um jeito nisso ♥

Que bom que deu certo! Muito obrigada por comentar *_* Ainda tô devendo é comentar a sua ahaha Achei que ia ser hoje mas acabou que a da Ayashi tava na frente e aí acabou pra amanhã. Espero que de amanhã não passe! Eu te aviso quando ler!

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